Lá do Alto – Parábola dos dois caminhos

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Um velho pastor de ovelhas, saia todos os dias de sua casa antes da luz do Sol, para cuidar do seu rebanho. Por ter uma idade bem avançada, tinha os passos lentos e curtos, mas mesmo com dificuldades não abria mão de cuidar do rebanho e demonstrava orgulho em sua vida simples de pastor de ovelhas. Tinha por hábito fazer suas orações durante o trajeto e em seguida ligava seu antigo rádio de pilhas para se distrair, dizia que isto “encurtava” a caminhada. Numa dessas manhãs após as rotineiras orações, resolveu mudar o caminho. Depois de um longo tempo sentiu-se arrependido pois observara que uma ponte que ligava as duas margens havia se despencado rio abaixo e teria que voltar para o antigo caminho depois de quase uma hora de caminhada. Agora o calor já o incomodava e impaciente acelerava os passos enquanto pensava: “Maldita hora em que resolvi mudar de caminho! Acho que minhas orações assim como as minhas ideias não estão sendo de muita valia…”

Sol ardendo-lhe a face, cansado de tanto andar depara-se com um antigo conhecido do mesmo vilarejo que o adverte: “Por onde o Senhor andava? Seus filhos estão a sua procura! Já andaram por toda parte!”

Sem muito entender o motivo da pergunta, ele apenas respondeu que sem um motivo qualquer resolveu de repente mudar de caminho naquele dia, mas que acabou perdendo mais tempo por não saber que a ponte havia se quebrado nas últimas chuvas por aqueles lados. “Pois só pode ser um anjo que lhe soprou aos ouvidos para mudar o rumo hoje! Hoje vinha passando por este caminho uma boiada que acabou estourando, quando surgiram do nada umas onças atacando os animais numa fúria que foi boi pra tudo que é banda!” Tomado de forte emoção, agora compreendera o pensamento repentino. Era inevitável não pensar na Misericórdia do Senhor. Naquele momento, em sinal de grande reconhecimento, o velho homem retirou o chapéu de palha e de joelhos, agradeceu à Deus por ter lhe resguardado a vida, mesmo depois de viver o vacilo da fé.

Fonte: Aqui

Lidiane Silva
Casada, Mãe da Ester, do Arthur e da Sophia, Cristã na CCB, adora passear, e nas horas vagas aproveitar pra fazer crochet. =)

Lá do Alto: “As coisas nem sempre são o que parecem…”

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Dois anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica.

A família deu abrigo, mas com muita má vontade.

Apesar de viverem em uma mansão com muitos quartos, não permitiram que os anjos ficassem em nenhum deles.

Em vez disso, deram aos anjos um espaço, em um quartinho pequeno e frio, no sótão da casa.

A medida que eles faziam a cama no duro piso, o anjo mais velho viu um buraco na parede e o tampou.

Quando o anjo mais jovem perguntou o porquê, o anjo mais velho respondeu:

“As coisas nem sempre são o que parecem…”

No dia seguinte, os dois continuaram viagem.

Com a chegada da noite, os dois anjos pediram abrigo na casa de um casal muito pobre.

O senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros e receberam, de bom grado, os viajantes.

Depois de compartilhar a pouca comida que a família tinha, o casal permitiu que os anjos dormissem na cama do casal, onde eles poderiam ter uma boa noite de sono para poder prosseguir a viagem totalmente descansados.

Quando amanheceu, os anjos encontraram o casal, banhado em lágrimas.

A única cava que eles tinham, cujo leite era a única entrada de dinheiro, jazia morta no campo.

O anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho:

-Como você permitiu que isto acontecesse?

O primeiro homem tinha de tudo e, no entanto, você o ajudou.

A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar tudo, e você permitiu que a vaca morresse. Por que fez isso?

-As coisas nem sempre são como parecem…

Respondeu o anjo mais velho.

-Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede. Como o proprietário era muito avarento e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira que ele nunca mais encontraria o ouro. Depois, ontem à noite, quando dormíamos na casa dessa família pobre e humilde, o anjo da morte veio em busca da mulher e do agricultor, e eu lhe dei a vaca no lugar dos dois.

Por isso que sempre digo, que as coisas nem sempre são como parecem…

Algumas vezes, isso é exatamente o que acontece quando as coisas não saem da maneira como esperamos.
Se você tiver fé, somente necessita confiar que aconteça o que acontecer com você, algum propósito há.
Provavelmente alguma coisa muito melhor virá a seguir.

Fonte: Daqui

Lidiane Silva
Casada, Mãe da Ester, do Arthur e da Sophia, Cristã na CCB, adora passear, e nas horas vagas aproveitar pra fazer crochet. =)

Lá do Alto: Pedro e a Pedra – Uma Parábola sobre a Santidade

Passeando por alguns blogs achei essa Parábola sobre a Santidade, gostei muito e achei que seria interessante compartilhar com vocês. ;)

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“Mas ele respondeu ao seu pai: ‘Olha! Todos esses anos tenho  trabalhado como um escravo ao teu serviço e nunca desobedeci às tuas ordens. Mas tu nunca me deste nem um cabrito para eu festejar com os meus amigos. Mas quando volta para casa esse teu filho, que esbanjou os teus bens com as prostitutas, mata o novilho gordo para ele!” Lucas 15:29:30

A atitude do irmão mais velho na parábola do “filho pródigo”, nos ajuda a pensar em uma séria questão. Qual a motivação de nossa obediência a Deus? Quando buscamos a santidade, fazemos por culpa ou medo da punição? Ou quem sabe, nossa retidão é motivada pela esperança de um galardão ou até de benefícios divinos liberados ao longo de nossas vidas?

Uma história apócrifa sobre os discípulos de Jesus, nos ajuda a ilustrar a questão:

Um dia, disse Jesus aos discípulos: “Gostaria que carregassem uma pedra para mim.” Ele não deu qualquer explicação. Então, os discípulos procuraram pedras para carregar consigo; Pedro, prático como era, procurou pela menor pedra que pudesse encontrar. Afinal, Jesus não havia dito nada sobre o tamanho e peso! Assim, colocou uma pedra no bolso. Jesus então disse: “Sigam-me.” E eles deram início a uma caminhada.

Por volta do meio dia, Jesus pediu que todos se sentassem. Fez um meneio com as mãos e todas as pedras se transformaram em pão. Então, disse: “É hora de comer.” Em poucos segundos a comida de Pedro havia acabado.

Terminada a refeição, Jesus pediu que todos se levantassem. Tornou a dizer: “Gostaria que carregassem uma pedra para mim.” Desta vez, Pedro pensou: “Aha! Agora entendo!” olhou em volta e viu um pequeno penedo. Suspendeu a pedra sobre os ombros, e era tão pesada que a deixou cambaleante. Mas pensava: “Mal posso esperar pelo jantar.” Então Jesus disse: “Sigam-me.” E eles deram início a outra caminhada, e Pedro mal conseguia acompanhar o grupo.

Por volta do horário do jantar, Jesus os conduziu para a margem de um rio. Disse: “Agora, quero que todos joguem as pedras na água.” E assim foi feito. Depois acrescentou: “Sigam-me”, e começou a andar. Pedro e os outros olharam para ele, embasbacados. Jesus suspirou e disse: “Não se lembram do que eu pedi que fizessem? Por quem vocês carregaram as pedras?

No final da parábola do “filho pródigo”, o irmão mais velho acaba revelando o lado maligno de sua obediência. Ele não obedecia porque amava o Pai e desejava honrá-lo. De fato, ele não desfrutava e nem valorizava a presença do Pai em sua vida;  tudo que lhe interessava eram os benefícios e as garantias desta presença.

Quantos de nós temos carregado pedras pesadas em nome da espiritualidade e da consagração a Deus? Mas a pergunta é: Para quem carregamos estas pedras? O que esperamos receber em troca? Será que a obediência a vontade de Deus, permanece para nós como um fardo pesado, o qual carregamos com grande sacrifício até o dia da recompensa?

A verdadeira santidade não espera recompensa. A verdadeira obediência não precisa de recompensa. Nós obedecemos porque amamos a Deus, e isto basta. A santidade genuína está em desfrutarmos da presença de nosso Pai e desejarmos permanecer nesta presença. Nossa alegria é ver a alegria de nosso Pai. Isto é a santidade.

Santidade é a separação total a Deus, dedicação total a Deus, vem de sagrado, consagrado. Sem um coração santo não se pode viver em santidade.

Santidade é o clamor do coração de Deus para o seu povo desde a Antigüidade até os dias de hoje.

A história de “Pedro e a Pedra” foi tirada do livro ” O Deus pródigo” de Timothy Keller, publicado pela Thomas Nelson Brasil; que por sua vez cita Elisabeth Elliot em “These strange ashes”

Fonte: Daqui

Lidiane Silva
Casada, Mãe da Ester, do Arthur e da Sophia, Cristã na CCB, adora passear, e nas horas vagas aproveitar pra fazer crochet. =)

Lá do Alto: Parábola – O Filho Pródigo

Nós mães temos a tarefa de quando colocar as crianças pra dormir sempre contar uma historinha.

Achei super interessante o Blog da Tia Carol, lá você encontra algumas parábolas bíblicas pra interagir com as crianças. Assim a gente aproveita uma maneira bem simples de compartilhar da bíblia com eles.

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Parábola – O Filho Pródigo

Leitura Bíblica: Lucas. 15. 11-32
(Memorizar: “Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti” Lucas 15.18)
Certa vez, Jesus contou a história de um rapaz que, não gostando mais da forma como o seu pai administrava resolveu pedir tudo o que era seu e sair de casa. Orgulho, pensava que saberia cuidar da sua vida muito bem, melhor do que seu pai.
Nos primeiros tempos, parecia que tudo era alegria: festas, amizades, e tantas outras coisas que há no mundo. No entanto, acabaram-se os valores que havia ganhado na casa de seu pai. Então, a vida se tornou difícil, passou fome e teve até que cuidar de porcos. Logo percebeu o quanto havia sido bobo ao pensar que saberia cuidar de sua vida melhor que seu pai.
Um dia, profundamente arrependido, resolveu voltar para o seu pai, pedindo que não fosse tratado como um filho, mas sim com um empregado. Ao chegar em casa, no entanto, que surpresa: seu pai estava esperando-o, abraçou-o e mandou prepararem uma festa para ele.
Aquele filho precisou perder tudo o que tinha para reconhecer o quanto seu pai era bom e o amava. Que bom quando, sem nunca termos saído da igreja, conseguimos reconhecer Deus como nosso Pai, sem perder o que Ele nos deu, e valorizarmos Seu amor!
Enquanto estava sendo realizada a festa de recepção pela chegada do filho mais novo, o filho mais velho chegou em casa. Ao ver toda aquela atenção dada ao seu irmão, ficou muito triste. Achava que seu irmão estava sendo beneficiado mais do que ele próprio, que sempre tinha estado “certinho” ao lado do seu pai. Parecia uma injustiça.
No entanto, o pai disse-lhe que não era assim. Na verdade, o seu irmão havia perdido tudo, enquanto ele, o filho que havia ficado em casa, não havia perdido nada, ainda possuía tudo que era do pai. O mais novo estava na miséria, teria que começar tudo de novo.
O problema do filho mais velho era que não sabia valorizar o pai nem o que tinha com o pai. Assim são algumas pessoas: embora nunca tenham saído da igreja e, por isso, continuem com tudo o que receberam de Deus, não valorizam o quanto foi precioso estarem este tempo com Ele; não percebem a preciosidade que é ter estado sempre protegido pelo Pai.
Ouvi uma frase certa vez e nunca me esqueço.
“Tudo que aprendemos ainda que pequenos, fica gravado em nossas vidas.”
Lidiane Silva
Casada, Mãe da Ester, do Arthur e da Sophia, Cristã na CCB, adora passear, e nas horas vagas aproveitar pra fazer crochet. =)

A Oferta da Viúva Pobre!!

A Palavra de hoje fala de um dos momentos mais complicados na hora do culto – a oferta. Devemos estar com o coração aberto e aprender a dar o melhor para Deus. Ele tem o melhor para nós e devemos retribuir dando o melhor para Ele também. E nessa parábola Jesus nos mostra claramente que o momento de ofertar tem que ser o momento da nossa máxima adoração a Deus, onde reconhecemos o Quão Grande é o Senhor em nossas vidas.
“E sentando-se Jesus defronte da arca do tesouro, observava como a multidão lançava dinheiro na arca do tesouro. E muitos ricos depositavam muito. Vindo, porém, uma pobre viúva, lançou dois leptos, que valiam um quadrante. E chamando Ele os seus discípulos, disse-lhes: – Em verdade vos digo que esta pobre viúva deu mais do que todos os que depositaram ofertas na arca do tesouro; porque todos aqueles deram como ofertas de Deus daquilo que lhes sobrava; mas esta, da sua pobreza, deu tudo o que tinha para o seu sustento.”
(Marcos 12:41-43, Lucas 21:4)
E sentando-se Jesus defronte da arca do tesouro- Em um Templo tão grande, Jesus foi logo se sentar defronte a arca do tesouro. Ele quis mostrar a importância da oferta na adoração a Deus.
Observava como a multidão- O Senhor observava porque a hora da oferta é o momento máximo da nossa adoração e revela que tipo de adorador somos: fiéis e tementes como Abel, que Lhe apresentou o melhor, ou como seu irmão Caim, que apresentou oferta morta para Deus.
Lançava dinheiro- Nos tempos de Jesus, havia a oferta em forma de animais, para pagar dívidas de pecados, e a oferta em dinheiro, para manutenção do Templo e do serviço religioso. Ao morrer na Cruz, Jesus tomou o lugar dos sacrifícios imperfeitos e não há mais necessidade do sacrifício de animais. Mas a oferta em dinheiro continua sendo necessária para a manutenção da Casa do Senhor.
Lançou dois leptos-  Os leptos eram moedas de cobre ou bronze, cunhadas pelos próprios judeus desde cerca de 150 a.C. Valiam menos ainda no meio circulante, que dava preferência às moedas romanas e gregas.
Deu mais do que todos- Aos olhos de Deus aquela pobre viúva, sozinha, deu mais do que todos os outros ofertantes somados. Como isto é possível??
Poque todos aqueles deram…daquilo que lhes sobrava- A oferta para Deus não pode ser daquilo que sobra, ou daquilo que não faz falta, porque, se a oferta não tiver valor para a pessoa que dá, como o terá para Deus? O valor da oferta daquela viúva era maior do que todas as outras ofertas somadas porque não era feita de sobras ou trocos e, sim, de tudo o que ela possuía.
Mas esta, da sua pobreza, deu tudo o que tinha para o seu sustento- Isto prova e ensina três coisas:
1– Ninguém é demasiadamente pobre que não possa ofertar.
2– Até o pobre pode dar mais do que o rico.
3– A oferta tem de custar para o ofertante.
Jesus poderia ter dito à viúva: “Mulher, a sua oferta é tão insignificante para as enormes despesas deste Templo, que não fará a menor diferença. Este dinheiro é muito mais importante para você do que para o Templo. Fique com ele.” Jesus também poderia ter-lhe dito: ” Olhe, já que a senhora quer ofertar, vamos dividir: a senhora dá um lepto para o Templo e fica com o outro. Mas Jesus, mesmo sabendo que aquele era todo o seu sustento, recebeu a oferta da viúva. Porque a oferta é o maior ato de adoração do Ser Humano, desde que feito dentro deste critério.
Confirmando este princípio bíblico sobre o modo de ofertar, um dia o Rei Davi foi fazer a sua oferta. E um homem chamado Araúna, sentindo-se honrado com a presença do rei na sua propriedade, deu-lhe tudo o que seria necessário para ofertar: os animais e as lenhas. Mas o Rei Davi fez questão de comprar tudo aquilo e disse: ” Não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que não me custem nada. Comprou, pois, Davi a eira e os bois por cinquenta ciclos de prata.” (Salmos 24:24).
E ofertou ao Senhor. Deus recebeu aquela oferta e abençoou o povo, porque havia nela um grande custo envolvido. Toda oferta na Casa de Senhor precisa ter um grande valor para o ofertante. Porque, se não tiver valor para o ofertante, como o terá para Deus, que é o Possuidor de todas as coisas?
Quando a pessoa assim adora o Senhor, de maneira alguma passará por necessidade, porque Jesus disse: “Dai e ser-vos-á dado: boa medida, recalcada, sacudida e transbordante vos deitarão no vosso regaço. Porque com a mesma medida com que medis, vos medirão a vós. Pois mais bem-aventurada coisa é dar do que receber.” ( Lucas 6:38 e Atos 20:35b).
Fonte: O Evangelho Reunido
Juanribe Pagliarin
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A Parábola do Último Lugar!!

“Ao reparar como os convidados escolhiam os primeiros lugares, propôs-lhes esta parábola: – Quando alguém forres convidados às bodas, não te assentes no primeiro lugar. Para que não aconteça que  esteja convidado outro mais digno do que tu e, vindo o que te convidou a ti e a ele, te diga: Dá o lugar a este; e então, com vergonha, tenhas de tomar o último lugar. Mas, quando fores convidado, vai e assenta-te no último lugar, para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, assenta-te mais para cima. Então terás honra diante de todos os que tiverem contigo à mesa. Porque todo o que a si mesmo se exaltar será humilhado e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado!”
(Lucas 14:7-11)

Imagem:reprodução

Vai e assentá-te no último lugar. Os fariseus estavam de olho em Jesus, mas era Jesus quem os observava. Viu como os convidados concorriam ansiosamente pelos “primeiros lugares” e buscavam honra e proximidade com o “poder”. Viviam e sofriam em função disto. Jesus ensinou algo que não fazia parte da rotina dos fariseus e que contrariou aquele gosto pessoal por mais status.
Aquele que se humilhar será exaltado. Jesus é a prova viva deste ensinamento. Humilhou-se até o pó, foi recebido no Céu e assentou-Se no Lugar mais honroso e elevado do Universo. (Marcos 16:19)

Fonte: O Evangelho Reunido
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A parábola do mais valente!!

“Quando o valente guarda, armado, a sua casa, com segurança estão os seus bens. Mas, sobrevindo Outro mais valente do que ele, e vencendo-o, tira-lhe toda a armadura em que confiava e reparte os seus despojos.
Porque ninguém pode entrar na casa do valente e roubar-lhes os bens, se primeiro não amarrar o valente. Então lhe saqueará a casa. Quem não é comigo é contra mim. E quem comigo não ajunta, espalha. Pois dizeis que eu expulso os demônios por Belzebu. Se eu expulso os demônios por Belzebu, por quem os expulsam os vossos filhos? Por isso, eles mesmos serão os vossos juízes. Mas, se é pelo Espírito de Deus que eu expulso os demônios, certamente é chegado a vós o Reino de Deus.”

(Lucas 11:21-22, Marcos 3:27, Mateus 12:30, Lucas11:18b-19, Mateus 12:29)

  

Mas, sobrevindo outro mais valente do que ele. Jesus contou esta parábola para mostrar que Ele não poderia saquear o valente e arrancar as vidas das mãos sujas de Satanás se não fosse o “Outro mais Valente”.
Quem não é comigo é contra mim. Se alguém promove ataques contra os que estão ajuntando para Jesus, ainda que queira passar a idéia de paladino santo e defensor da Lei, como faziam os escribas e fariseus, na verdade age por inveja e outros interesses, e espalha contra o próprio interesse do Senhor.
Mas, se é pelo Espírito de Deus que eu expulso os demônios, certamente é chegado a vós o Reino de Deus. Jesus declara a Sua total oposição ao reino de Satanás e afirma trabalhar em unidade com o Espírito de Deus para desfazer as obras do Diabo e mostrar,  pelos Seus sinais, a chegada do Reino de Deus entre nós.
Fonte: O Evangelho Reunido
Juanribe Pagliarin
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Parábola da Indecisão!!

Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus.
E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se ele deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.
O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
– Ei!!! Desce do muro agora… Vem pra cá!
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
– O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
– É porque o muro é MEU.
Nunca se esqueça: Não existe meio termo. O muro já tem dono.
A Palavra de Deus diz:
“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.”
            (I Pedro 2:9)

Imagens: reprodução

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A parábola da drama perdida!!

“Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achar? E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida. Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.”
(Lucas 15:8)

Nessa parábola a mulher representa a igreja, a dracma representa o membro (uma vida) e o número dez é um número bíblico que indica totalidade, assim como a expressão “Os Dez Mandamentos” representa todos os mandamentos.  Na expressão “A mulher varre a casa”- A parábola fala de vidas que se perderam, porém ao invés de vagarem nos desertos deste mundo, encontram-se perdidas dentro da própria casa. Corresponde aquelas pessoas que continuam dentro da igreja, mas estão igualmente perdidas. Precisam ser procuradas com diligência até serem achadas. Jesus pergunta- “Qual é a igreja que, tendo todos os membros, se preocupa tanto com uma só vida?”
Fonte: O Evangelho Reunido
Juanribe Pagliarin

Imagens: reprodução
“Muitas vezes estamos dentro da igreja, porém não sentimos mais a presença de Deus. Temos que estar com o coração aberto, pois Jesus está disposto a nos “achar” a todo momento e já sabemos que quando voltamos para a presença de Deus acontece uma festa no Céu.”
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A parábola do amigo importunador!!

 

“Disse-lhes também: Qual de vós terá um amigo, e, se for procurá-lo à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, pois que um amigo meu chegou a minha casa, vindo de caminho, e não tenho que apresentar-lhe;
E se ele, respondendo de dentro, disser: Não me importunes; já está a porta fechada, e os meus filhos estão comigo na cama; não posso levantar-me para te atender.
Digo-vos que, ainda que não se levante a dar-lhos, por ser seu amigo, levantar-se-á, todavia, por causa da sua importunação, se levantará e lhe dará quantos pães ele precisar.”
(Lucas 11: 5-8)
MAS POR CAUSA DA SUA IMPORTUNAÇÃO
Somente um amigo pode bater à porta de outro, mesmo numa hora inconveniente, e importuná-lo por causa de uma necessidade. Deus é nosso Amigo, e nós somos amigos de Deus. É uma amizade recíproca. Podemos importuná-lo. Não se deve confundir importunação com chatice. Repetir uma oração cem, duzentas, trezentas vezes é muito chato para quem ouve. Porém, importunar o “Amigo” de madrugada faz com que Ele “se levante” para dar tudo o que nos é necessário

Juanribe Pagliarin


“Tem coisa melhor do que servir um Deus que está disposto a nos ouvir, mesmo nas altas horas da madrugada? E ainda que conhece os desejos do nosso coração? Por isso não precisamos ficar toda hora lembrando Deus o que queremos, temos que estar dispostas a esperar, pois o Seu tempo não é o nosso tempo…”


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